Apropriação crítica de tecnologias de avaliação: tensões entre gerencialismo e gestão democrática na educação básica
DOI:
https://doi.org/10.30905/rde.v10i1.1111Palavras-chave:
Educação básica, Avaliação Externa, gestão democrática, Tecnologias educacionais, Inteligência ArtificialResumo
O presente artigo teórico-reflexivo tem como objetivo analisar criticamente os desafios e contradições da incorporação de tecnologias de avaliação no cotidiano escolar, considerando as tensões entre a lógica gerencialista e os princípios da gestão democrática. Fundamentado em uma perspectiva crítica da educação, o artigo discute como as políticas de avaliação externa se relacionam com as tecnologias educacionais e, mais recentemente, com as ferramentas de inteligência artificial. A partir da revisão de literatura especializada e de documentos oficiais, identifica-se uma lacuna entre as exigências tecnológicas das políticas avaliativas e a formação docente, bem como os riscos de apropriações acríticas das tecnologias. Defende-se que a gestão escolar pode desempenhar papel mediador estratégico na promoção de formações críticas que ressignifiquem o uso das tecnologias de inteligência generativa na avaliação, colocando-as a serviço da educação emancipatória.
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