Bandas de música, negritude e educação: esboço para uma etnografia das práticas musicais urbanas em Ouro Preto.
DOI:
https://doi.org/10.30905/rde.v10i1.1226Palavras-chave:
Bandaas de música, Negritude, Etnografia, Música popular urbana, Educação cosmopolíticaResumo
Comunicação em estilo ensaístico inicialmente apresentada durante o evento “Primeiro Colóquio Transfluências Cosmopolíticas” realizado na Universidade Federal de Ouro Preto. O texto aborda questões referentes ao campo dos estudos em música popular urbana em integração com as ciências sociais e a educação, tendo como enfoque as bandas de música na cidade de Ouro Preto/MG. Enquanto dispositivos analíticos, são expostos elementos referentes a categorias êmicas da tradição - amparada pelos dispositivos da autoria e escrita musical - além da marca da negritude, fundamentada por sociabilidades relacionadas a manifestações da religiosidade cristã afro-brasileira e da ancestralidade, orientada pela ecologia sonora e política das comunidades em foco. Conclusivamente abordam-se possibilidades para se pensar em uma etnografia musical contextualizada, privilegiando proposições cosmopolíticas que incluam processos de ensino e aprendizagem como correspondência.
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