Individualización digital e inteligencia artificial generativa en la Educación Básica: mediaciones éticas, pedagógicas y tecnológicas en la formación de la identidad infantil
DOI:
https://doi.org/10.30905/rde.v10i1.1156Palabras clave:
Inteligencia artificial generativa, Educación digital, Individualización infantil, Ética de la tecnología, Formación docenteResumen
Este artículo tiene como objetivo analizar de qué manera la educación digital y el uso de la Inteligencia Artificial Generativa (IAG) en la Educación Básica pueden influir en los procesos de alfabetización digital, individualización y formación de la identidad infantil, considerando mediaciones éticas, pedagógicas y tecnológicas en el contexto escolar. El estudio se basa en una investigación empírica de enfoque cualitativo, realizada en siete escuelas municipales de Pires do Rio (GO), en el ámbito del PPG-EnEB/IF Goiano, con la participación de 26 docentes de los primeros años de la Educación Primaria. La investigación examina cómo los profesores comprenden y utilizan las tecnologías digitales y las herramientas emergentes de IAG en sus prácticas pedagógicas, a partir del análisis de contenido de las respuestas obtenidas mediante cuestionarios. El marco teórico articula aportes de Jung, Piaget, Prensky, Kenski y Papert con debates contemporáneos sobre ética, gobernanza y uso pedagógico de la inteligencia artificial, especialmente a partir de las directrices de la UNESCO. Los resultados evidencian una percepción docente ambivalente frente a la IAG, caracterizada por el reconocimiento de su potencial pedagógico y, al mismo tiempo, por preocupaciones relacionadas con la mediación, la autoría y los riesgos éticos. Se concluye que la integración crítica de la Inteligencia Artificial Generativa puede favorecer los procesos de individualización digital infantil, siempre que esté orientada por la intencionalidad pedagógica, la formación docente crítica y principios de alfabetización ético-tecnológica.
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