Juegos como estrategia pedagógica en el desarrollo de la conciencia fonológica: el caso del Juego trinca mágica
DOI:
https://doi.org/10.30905/rde.v10i1.1117Palabras clave:
Conciencia fonológica, Juegos educativos, Alfabetización, PIBIDResumen
Este estudio tuvo como objetivo evaluar la eficacia del juego “Trinca Mágica” como recurso didáctico-diagnóstico en el desarrollo de la conciencia fonológica en niños con dificultades de aprendizaje. Participaron seis alumnos de 5º año de educación primaria, con diferentes niveles de dominio del lenguaje oral y escrito, previamente derivados por sus profesores debido a dificultades persistentes en la lengua escrita, y dos estudiantes de Pedagogía, integrantes del Programa Institucional de Iniciación a la Docencia (PIBID). Se realizaron ocho intervenciones pedagógicas a lo largo de dos meses, destacándose en este relato la aplicación del juego “Trinca Mágica”. Los resultados indicaron que el Trinca Mágica estimuló la reflexión metalingüística sobre los sonidos del habla y contribuyó al desarrollo socioemocional de los niños, fortaleciendo vínculos entre compañeros y promoviendo la inclusión de alumnos inicialmente desmotivados. El análisis evidenció que dichos avances no resultaron de la propuesta lúdica de manera aislada, sino de la mediación pedagógica continua, de la adaptación de las reglas y de la escucha de los participantes del PIBID frente a las necesidades presentadas por los niños. Se concluye que el “Trinca Mágica” se mostró como un recurso que favorece la construcción de la conciencia fonológica, siempre que se utilice en prácticas pedagógicas mediadas por el papel activo del educador.
Descargas
Citas
BRANDÃO, Ana Carolina Perrusi Alves; FERREIRA, Andrea, Tereza Bito; ALBUQUERQUE, Eliana Borges Correia; LEAL, Telma Ferraz. (org.). Jogos de alfabetização. Belo Horizonte: Autêntica, 2009.
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: Ministério da Educação, 2017. Disponível em: https://www.gov.br/mec/bncc/. Acesso em: 22 jun. 2025.
COUTINHO, Marilia Lucena. Psicogênese da língua escrita: o que é? Como intervir em cada uma das hipóteses? Uma conversa entre professores. In: GALVÃO, Andrea et al. (orgs.). Alfabetização: apropriação do sistema de escrita alfabética. Brasília: MEC/SEB, 2009. p. 71-88.
CARDOSO-MARTINS, Claudia. Awareness of phonemes and alphabetic literacy acquisition. British Journal of Educational Psychology. 61: 164:173, 1991.
CARRAHER, Terezinha Nunes.; REGO, L. L.B. O realismo nominal como obstáculo na aprendizagem da leitura. Cadernos de Pesquisa, 39, 3-10, 1981.
CARRAHER, Terezinha Nunes. Desenvolvimento Cognitivo e Alfabetização. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, 65, p. 38-55, 1984.
FERREIRO, Emilia.; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 2007.
GONÇALVES, Érica de Cássia; SARAVALI, Eliane Giachetto; SOUSA, Lilian Pacchioni Pereira de; BESSA, Sônia. The construction of number in concrete and electronic games: the Kalah game case. Bolema, Rio Claro, v. 38, e240093, 2024. DOI: https://doi.org/10.1590/1980-4415v38a240093
LUCCA, Tatiana Andrade Fernandes; OSTI, Andréia. Os jogos e o processo de alfabetização: relato de uma experiência da utilização deste recurso em sala de aula. Revista Schemme, Marília, v. 11, n. 1, p. 125-142, jan./jul. 2019.
MACEDO, Lino.; PETTY, Ana Lucia Sicoly; PASSOS, Norimar Cristhie. Aprender com jogos e situações problemas. Porto Alegre: Artmed, 2000.
MORAIS, José. A arte de ler. São Paulo: Editora da Universidade Estadual Paulista, 1996.
MORAIS, Arthur Gomes. Consciência fonológica na Educação Infantil e no ciclo de alfabetização. Belo Horizonte: Autêntica, 2019.
MORAIS, Arthur Gomes.; LEITE, T. M. R. Como promover o desenvolvimento das habilidades de reflexão fonológica dos alfabetizandos? In: GALVÃO, A.; COUTINHO, M. L.; LEITE, T. M. R.; SILVA, R. P.; MORAIS, A. G; ALBUQUERQUE, E. B. C.; LEAL, T. F. (orgs.). Alfabetização: apropriação do sistema de escrita alfabética. Brasília: MEC/SEB, 2009. p. 71-88.
MELLO, M. C. O. Emilia Ferreiro e a Alfabetização no Brasil: Um estudo sobre a psicogênese da língua escrita. 2ª ed. São Paulo: Editora Unesp. 2011.
MORAIS, Arthur Gomes. Se a escrita alfabética é um sistema notacional (e não um código), que implicações isso tem para a alfabetização. In: MORAIS, Arthur Gomes et al. (Org). Alfabetização: apropriação do sistema de escrita e leitura. Belo Horizonte: Autêntica, 2005. p. 28-46.
MORAIS, Arthur Gomes. Sistema de escrita alfabética. São Paulo: Melhoramentos, 2012.
PIAGET, Jean. Epistemologia genética. 4ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2012.
PIAGET, Jean. A representação do mundo na criança. São Paulo: Ideias & Letras, 2008. Publicado originalmente em 1926.
SANTOS, Bruna Assem Sasso. Tributo acrônico à Emília Ferreiro (1936 – 2023): Uma vigência revolucionária para a alfabetização. Revista Scheme. Volume 16 Número 01. 2024.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Devir Educação

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
A reprodução, total ou parcial, dos artigos aqui publicados fica sujeita à expressa menção da procedência de sua publicação, citando-se a edição e data dessa publicação. Para efeitos legais, deve ser consignada a fonte de publicação original.
