De la producción de libros infantiles a las prácticas de lectura literaria: el ecosistema estético de la literatura infantil
DOI:
https://doi.org/10.30905/rde.v10i1.1245Palabras clave:
Literatura infantil, Livro ilustrado, Experiência estética, Mediação de leitura, Formação leitoraResumen
Este artículo propone una discusión sobre la literatura infantil desde una perspectiva relacional que articula la producción editorial, la materialidad del libro y las prácticas escolares de lectura como dimensiones interdependientes de un mismo fenómeno cultural. Partimos de la comprensión de la producción de libros de literatura infantil como práctica cultural y estética, considerando las decisiones autorales, editoriales y gráficas que configuran el libro en su singularidad material y simbólica. El estudio adopta un enfoque cualitativo, sustentado en la investigación bibliográfica, profundizando la noción de arquitectura verbo-visual-material como campo epistemológico de análisis. Se consideran el texto, la imagen y el soporte como instancias narrativas interrelacionadas, entendiendo que dichas dimensiones operan conjuntamente en la construcción de sentidos. El artículo también problematiza la experiencia estética de la lectura en el contexto escolar, enfatizando el papel de la mediación docente, la organización curricular y la sistematicidad de las prácticas pedagógicas en la estructuración de los trayectos formativos del lector. A partir de estas reflexiones, se propone el concepto de Ecosistema Estético de la Literatura Infantil como paradigma relacional de la formación lectora, concibiendo la literatura como una red dinámica de interdependencias entre producción, arquitectura del libro, mediación y recepción. Se concluye que la formación lectora requiere no solo el acceso al libro, sino también la constitución de condiciones culturales y pedagógicas que aseguren experiencias estéticas significativas y emancipadoras, ampliando la mirada sobre el objeto libro y sobre los procesos que sostienen su vivencia en la escuela.
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