Sesgos, ilusiones y decisiones: ¿hasta qué punto podemos confiar en la inteligencia artificial?

Autores/as

  • Juliana Pires da Silva Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC
  • Priscila Flores Luz Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC
  • Rafael Arlindo Rosa Universidade do Vale do Itajaí - UNIVALI

DOI:

https://doi.org/10.30905/rde.v10i1.1108

Palabras clave:

Inteligencia artificial;, Confiabilidad;, Mediación humana;, Alfabetización en IA.

Resumen

La Inteligencia Artificial (IA), desarrollada desde la década de 1950, es una tecnología de propósito general que requiere un análisis crítico de sus implicaciones éticas, epistemológicas y sociotécnicas. Aunque promete innovación y eficiencia, suscita preocupaciones como sesgos algorítmicos, burbujas sociales, alucinaciones y opacidad de los modelos. En este ensayo teórico, la confiabilidad de la IA se discute a partir de tres ejes: los sesgos, las “ilusiones” y las decisiones tomadas con base en sus respuestas. Para ello, se adopta un enfoque metodológico cualitativo, centrado en la revisión de literatura, dialogando con autores como Rivoltella (2024) y Fantin (2024). Se muestra que los sesgos algorítmicos reflejan prejuicios presentes en los datos de entrenamiento, como ocurre con ChatGPT y sistemas de reconocimiento facial que fallan en la identificación de rostros negros, reforzando culturas hegemónicas y afectando el ámbito educativo. Las “ilusiones” contribuyen a la difusión de desinformación y fortalecen la posverdad. En este contexto, la alfabetización en IA se vuelve esencial para que los usuarios reconozcan limitaciones y fallos. Las decisiones automatizadas se basan con frecuencia en modelos opacos, que comprometen la explicabilidad y exigen mediación humana activa. Además, la concentración de la producción de IA en grandes corporaciones privadas intensifica la falta de transparencia y profundiza las desigualdades tecnológicas, especialmente en países periféricos. Se concluye que la confianza en la IA debe entenderse como una construcción continua y situada, entrelazada con decisiones humanas, intereses económicos y estructuras de poder. Así, confiar en la IA exige mantener la responsabilidad sobre su uso, con mediación crítica y fundamentación en principios de justicia, equidad y libertad cognitiva, reforzando la necesidad urgente de una educación crítica y de la alfabetización en IA.

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Biografía del autor/a

Juliana Pires da Silva, Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC

Mestre em Educação Científica e Tecnológica pela Universidade Federal de Santa Catarina (PPGECT/UFSC) em 2015. Especialista em Educação Matemática pela Universidade do Sul de Santa Catarina (2011) . Graduada em Licenciatura Plena em matemática pela Universidade do Sul de Santa Catarina (2007). Atualmente, é técnica em assuntos educacionais da Universidade Federal de Santa Catarina - Campus Araranguá trabalhando com as políticas públicas no Ensino Superior. Também atua como coordenadora do Programa Institucional de Apoio Pedagógico em Araranguá e também como coordenadora do Projeto de Extensão Visitas Guiadas ao CTS. Foi integrante do grupo de pesquisa Epistemologia e Ensino de Matemática. Tem interesse na área de Didática da Matemática, especialmente na área de Ensino e Aprendizagem de Matemática. No presente ano está envolvida em projeto de Realidade Aumentada para o ensino de Matemática despertando o interesse pela área de tecnologias digitais voltadas para a educação. 

Priscila Flores Luz, Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC

Graduada em Ciências Biológicas na Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI, 2010) e em Pedagogia (FAMA, 2017), com especializações em Gestão Escolar (FUCSP, 2016), Neuropsicologia Clínica e Orientação Escolar (UniBF, 2019) e Inovação na Educação (UNIVALI, 2020). Mestranda em Educação pelo Instituto Federal Catarinense (IFC), campus Camboriú, na linha de pesquisa “Processos Educativos e Inclusão”, desenvolvendo estudos sobre inclusão digital e inteligência artificial na educação. Ex-docente de Ciências e Biologia nos anos iniciais do ensino fundamental (2004-2017). Orientadora educacional na rede municipal de Itajaí desde 2018. Integra o Grupo Interdisciplinar de Pesquisas e Estudos sobre Diversidade, Inclusão e Processos Formativos (Ginpedin).

Rafael Arlindo Rosa, Universidade do Vale do Itajaí - UNIVALI

Graduado em Pedagogia - Educação infantil e séries iniciais do ensino fundamental pela Universidade do Vale do Itajaí (2006) e Especialista em Práticas Pedagógicas Interdisciplinares, com ênfase em Psicopedagogia pelo Centro Universitário FACVEST (2007). Mestre em Educação pela Universidade Federal de Santa Catarina (2015), linha de pesquisa: Educação e Comunicação. É professor de cursos de graduação e pós-graduação na Universidade do Vale do Itajaí. Sua experiência compreende docência na Educação Básica e no Ensino Superior, presencial e a distância, e oficinas de capacitação docente sobre teorias EaD e o uso de tecnologias na educação.

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Publicado

2026-03-03

Cómo citar

Silva, J. P. da, Luz, P. F., & Rosa, R. A. (2026). Sesgos, ilusiones y decisiones: ¿hasta qué punto podemos confiar en la inteligencia artificial?. Devir Educação, 10(1), E-1108. https://doi.org/10.30905/rde.v10i1.1108