Entre o braille e o byte: tecnologias acessíveis e a construção de uma avaliação inclusiva no ensino superior

Autores

  • Rafael Soares Silva Universidade Estadual do Ceará - UECE

DOI:

https://doi.org/10.30905/rde.v10i1.1175

Palavras-chave:

Educação Inclusiva, Tecnologias Assistivas, Avaliação, Ensino Superior, Desenho Universal.

Resumo

Este ensaio teórico analisa o papel das tecnologias assistivas e digitais na mediação de processos avaliativos inclusivos no Ensino Superior. Fundamentado no modelo social da deficiência e no Desenho Universal para a Aprendizagem, argumenta-se que a tecnologia opera como mediação ético-política, podendo tanto reproduzir barreiras quanto promover equidade. A análise demonstra que a superação de práticas avaliativas capacitistas exige transitar da adaptação curricular para o desenho universal, onde múltiplos meios de ação e expressão são garantidos através de ferramentas digitais acessíveis. Conclui-se que a efetiva inclusão depende da integração entre acessibilidade tecnológica, mediação pedagógica crítica e reconhecimento da diferença como valor educativo, posicionando a avaliação como processo dialógico de construção de autonomia discente.

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Biografia do Autor

Rafael Soares Silva, Universidade Estadual do Ceará - UECE

Professor Adjunto de Ensino de Química da Universidade Estadual do Ceará (UECE). Pós-doutor em Educação, Contextos Contemporâneos e Demandas Populares (UFRRJ) e em Química (USP). Doutor em Ensino de Ciências e Matemática. Licenciado em Química, Educação Especial e Pedagogia. Atua na formação de professores da área de Química e Ciências e desenvolve pesquisas sobre ensino de Ciências, ensino de Química e educação especial. Coordenador do GeQuIN – Grupo de Estudos em Química, Inclusão e Novas Metodologias.

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Publicado

2026-07-19

Como Citar

Silva, R. S. (2026). Entre o braille e o byte: tecnologias acessíveis e a construção de uma avaliação inclusiva no ensino superior. Devir Educação, 10(1), e-1175. https://doi.org/10.30905/rde.v10i1.1175

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