Bandas de música, negritude e educação: esboço para uma etnografia das práticas musicais urbanas em Ouro Preto.

Autores

DOI:

https://doi.org/10.30905/rde.v10i1.1226

Palavras-chave:

Bandaas de música, Negritude, Etnografia, Música popular urbana, Educação cosmopolítica

Resumo

Comunicação em estilo ensaístico inicialmente apresentada durante o evento “Primeiro Colóquio Transfluências Cosmopolíticas” realizado na Universidade Federal de Ouro Preto. O texto aborda questões referentes ao campo dos estudos em música popular urbana em integração com as ciências sociais e a educação, tendo como enfoque as bandas de música na cidade de Ouro Preto/MG. Enquanto dispositivos analíticos, são expostos elementos referentes a categorias êmicas da tradição - amparada pelos dispositivos da autoria e escrita musical - além da marca da negritude, fundamentada por sociabilidades relacionadas a manifestações da religiosidade cristã afro-brasileira e da ancestralidade, orientada pela ecologia sonora e política das comunidades em foco. Conclusivamente abordam-se possibilidades para se pensar em uma etnografia musical contextualizada, privilegiando proposições cosmopolíticas que incluam processos de ensino e aprendizagem como correspondência.

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Biografia do Autor

Bernardo Fabris, Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP

i Fabris

FotoDoutor em Música, Área de Concentração: Práticas Interpretativas - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO (2010); Mestre em Música, Área de Concentração: Performance Musical - Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG (2005); Bacharel em Música, Habilitação: Saxofone - UFMG (2002). Realizou residência pós-doutoral no Programa de Pós-Graduação em Música da UFMG (2016-2017) no campo temático Música Popular, e no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFSC (2023) na área de Etnomusicologia / Antropologia da Música. É professor associado da Universidade Federal de Ouro Preto.

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Publicado

2026-07-13

Como Citar

Fabris, B. (2026). Bandas de música, negritude e educação: esboço para uma etnografia das práticas musicais urbanas em Ouro Preto. Devir Educação, 10(1), e-1226. https://doi.org/10.30905/rde.v10i1.1226

Edição

Seção

Dossiê 1

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