A menina, o poeta e o louco: o não-senso e a cosmopolítica como emergentes do subjetivo no espaço acadêmico
DOI:
https://doi.org/10.30905/rde.v10i1.1227Palavras-chave:
Não-senso, Cosmopolítica, Linguagens, Representação, SubjetividadeResumo
Formulado em viés interdisciplinar, este artigo explora o acionamento das linguagens no espaço acadêmico, interpretando-o como um fenômeno dotado de potência para viabilizar o ato criativo e o “estrangeirismo” nos sujeitos afetados. Amparados nos postulados sobre o não-senso (Deleuze, 1974), o mal-estar humano (Kristeva, 2002a, 2002b, 1989) e os novos modos de se pensar ciência a partir da cosmopolítica (Stengers, 2018, 2023), problematizamos o emprego das linguagens pelo “I Colóquio Transfluências Cosmopolíticas: Mitopoéticas, Educação, Territórios” realizado nos dias 25 e 26 de março de 2025, na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Nesse sentido, o presente trabalho contribui para uma reflexão sobre a interface entre uma abordagem semiótica das linguagens (Santaella, 1983) e os processos de subjetivação na aprendizagem, inclusive no ensino superior, entendidos enquanto forças geradoras de outros mundos possíveis em proposição cosmopolítica.
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Referências
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