Docentes e inteligencia artificial generativa (IAG): mediación, desafíos y oportunidades para la participación estudiantil

Autores/as

  • Márcio Silveira Nascimento Instituto Federal do Amazonas - IFAM
  • Sidney Pires Martins Universidade Federal de Viçosa - UFV
  • Éber José dos Santos Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC/SP

DOI:

https://doi.org/10.30905/rde.v10i1.1116

Palabras clave:

Inteligencia artificial generativa, Participación estudiantil, Planificación pedagógica

Resumen

Este artículo investiga cómo los docentes de primaria y secundaria en Manaus han incorporado la IAG en su docencia y en qué medida esta integración reconfigura la dinámica docente e impacta en la participación estudiantil. Si bien la planificación de clases constituye el contexto del estudio, el enfoque analítico se centra en las prácticas docentes mediadas por la IAG, abarcando los procesos de creación, adaptación e implementación de explicaciones, ejercicios, actividades y otras estrategias de apoyo pedagógico. La investigación cualitativa y exploratoria involucró a 40 docentes de cuatro escuelas públicas y empleó múltiples técnicas de recolección de datos, incluyendo cuestionarios, informes de experiencia estructurados y protocolos de observación en el aula. Los resultados indican que la IAG favorece el ahorro de tiempo en la preparación de clases, amplía el repertorio metodológico disponible y contribuye a prácticas más receptivas e inclusivas, especialmente en el apoyo a estudiantes con dificultades de aprendizaje. Sin embargo, también resaltan la necesidad de una rigurosa supervisión docente para mitigar los riesgos de imprecisión conceptual, explicaciones superficiales y descontextualización. Se observó que el uso pedagógico de la IAG mejora la participación estudiantil en las dimensiones cognitiva, afectiva y conductual al articularse con la mediación crítica e intencional. Los hallazgos refuerzan la importancia de las políticas de educación continua, las acciones orientadas a la equidad digital y los principios éticos para el uso de la tecnología, garantizando que la IAG funcione como un instrumento de innovación didáctica sin comprometer la centralidad de la mediación humana en el proceso educativo.

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Biografía del autor/a

Márcio Silveira Nascimento, Instituto Federal do Amazonas - IFAM

Doutorando e Mestre em Ensino Tecnológico pelo Instituto Federal do Amazonas (IFAM). Especialista em Docência para a Educação Profissional e Tecnológica pelo Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) e Licenciado em Geografia pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Pesquisador do Grupo de Estudos e Pesquisas em Políticas Públicas e Formação de Profissionais da Educação (GEPPFOR/UFV). Professor da Educação Básica da Rede Estadual de Ensino do Amazonas.

Sidney Pires Martins , Universidade Federal de Viçosa - UFV

Doutorando em Politicas Sociais (UFV), Mestre em Educação Tecnológica (CEFETMG), Mestre em Administração (Unihorizontes). Pesquisador do Grupo de Estudos e Pesquisas em Políticas Públicas e Formação de Profissionais da Educação (GEPPFOR/UFV) e Professor na Faculdade SENAI MG e da Educação Profissional da Rede Pública de Minas Gerais.

Éber José dos Santos, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC/SP

Doutor  e  Mestre  em  Língua  Portuguesa  pela  Pontifícia  Universidade  Católica  de  São  Paulo  (PUC/SP).  Pesquisador  do  Grupo  de  Estudos e Pesquisas em Políticas Públicas e Formação de Profissionais da Educação (GEPPFOR/UFV). Professor da Faculdade de Tecnologia de Cruzeiro "Prof. Waldomiro May".

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Publicado

2026-03-03

Cómo citar

Silveira Nascimento, M., Pires Martins , S., & José dos Santos, Éber. (2026). Docentes e inteligencia artificial generativa (IAG): mediación, desafíos y oportunidades para la participación estudiantil . Devir Educação, 10(1), e-1116. https://doi.org/10.30905/rde.v10i1.1116